MESAS REDONDAS

OPEN SCIENCE

Vinicius Rosa Cota, Natalia Dutra

Mediador: Fabiano Peres

A temática da Open Science vem ganhando cada vez mais destaque nos debates acadêmicos atuais, pois enfrenta o modelo tradicional de produção científica, muitas vezes limitado à Academia e cujo resultado nem sempre é de tão fácil acesso como seria esperado. A ideia é trazer à tona uma perspectiva de democratização do conhecimento, com um cenário onde os trabalhos científicos, seus resultados e ganhos, possam alcançar mais pessoas e áreas, além dos muros da universidade. Além disso, a ciência aberta também luta contra a comercialização científica, que acaba por geral monopólios de publicações e dar mais destaque para a quantidade de publicações, do que, necessariamente, qualidade.

VINICIUS ROSA COTA

Vinícius Rosa Cota é professor associado no Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de São João Del-Rei na área de neuroengenharia. Em seu doutorado estudou a dinâmica temporal de redes neurais nas epilepsias e atualmente é membro titular da Sociedade Brasileira de Engenharia Biomédica (SBEB), membro da comissão de ética no uso de animais de laboratório (CEUA/UFS) e membro do conselho de pesquisa e de desenvolvimento da open science no Brasil.

NATÁLIA BEZERRA DUTRA

Natália Bezerra Dutra é doutora em Psicologia pela Durham University, na Inglaterra. Atualmente é pós-doutoranda do programa de Psicobiologia e apresenta estudos nas áreas de psicologia do desenvolvimento, cooperação, aprendizagem social, replicações de estudos e open science.

DEBORA BURIN

Debora Burin é licenciada e doutora em psicologia pela Universidad de Salamanca, na Espanha. É a principal pesquisadora no conselho nacional de investigações cientificas e técnicas (CONICET). É especialista em ambientes vistuais digitais, compreensão de textos e memória.

PESQUISA TRANSLACIONAL

Fabiano Peres Menezes, Elaine Cristina Gavioli, Tarciso Andre Ferreira

Mediador: Ana C. Luchiari

A temática da Open Science vem ganhando cada vez mais destaque nos debates acadêmicos atuais, pois enfrenta o modelo tradicional de produção científica, muitas vezes limitado à Academia e cujo resultado nem sempre é de tão fácil acesso como seria esperado. A ideia é trazer à tona uma perspectiva de democratização do conhecimento, com um cenário onde os trabalhos científicos, seus resultados e ganhos, possam alcançar mais pessoas e áreas, além dos muros da universidade. Além disso, a ciência aberta também luta contra a comercialização científica, que acaba por geral monopólios de publicações e dar mais destaque para a quantidade de publicações, do que, necessariamente, qualidade.

FABIANO PERES MENEZES

Fabiano Peres Menezes possui graduação em Ciências, mestrado em Biologia Celular e doutorado em Biologia Celular e Molecular pela Pontificia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Atuando principalmente nos temas de pesquisas com zebrafish, desenvolvimento, epilepsia, adenosina e gutamato. Atualmente é vinculado ao programa de pós-doutorado da Psicobiologia.

ELAINE CRISTINA GAVIOLI

Elaine Cristina Gavioli possui mestrado e doutorado em Farmacologia pela Universidade de Santa Catarina e pós-doutorado pela University Of Ferrara, na Itália. Tem experiência na área de Farmacologia, com ênfase em neuropsicofarmacologia, focando-se principalmente no estudo de sistemas peptidérgicos e seu potencial terapêutico para o tratamento de transtornos psiquiátricos. Atualmente é professora da UFRN e orientadora do programa de pós-graduação de Psicobiologia.

TARCISO ANDRÉ FERREIRA

Tarciso André Ferreira possui mestrado em Biotecnologia pela Universidade de Caxias do Sul e doutorado em Neurociências pela Oregon Health and Science University, em Portland. Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Tem experiência na área de Biologia geral, com ênfase em neurobiologia e neurogenética e é vinculado ao Instituto do Cérebro.

SAUDE MENTAL

Anuska Alencar, Simone Lopes

Mediadora: Rovena Engelberth

O adoecimento mental dentro da academia não é recente, mas a discussão mais enfática sobre ele, sim. Não é difícil encontrar relatos de quem desistiu da vida acadêmica por "não resistir a pressão", ou que, mesmo ainda inserido nesse contexto, diz não aguentar o ritmo. Cada vez mais o número de transtornos mentais tem crescido no âmbito das universidades, onde boa parte dos estudantes relata situações de depressão e ansiedade.

ANUSKA ALENCAR

Possui graduação em Psicologia pela UFRN, mestrado e doutorado em Psicobiologia pela UFRN. Tem experiência como docente em cursos de psicologia, nutrição e enfermagem.

SIMONE LOPES

Possui especialização, mestrado e doutorado em Psicologia, sendo especialista em psicopedagogia. Com trabalhos realizados na diretoria de desenvolvimento de pessoas (DDP/PROGESP) e no núcleo de apoio aos discentes (NADIS/CCSA), atuando hoje no serviço de psicologia aplicada (SEPA/CCHLA), participante da associação de terapias cognitivas (ATC-RN).

INVESTIMENTO EM PESQUISA

Sabine B. Righetti, Guilherme Longo, Daniel Cara

Mediadora: Francisco Terceiro

A criação e aplicação de políticas públicas de qualidade para a população, o desenvolvimento de tecnologias, a produção de medicamentos, a descoberta de tratamentos na área da saúde, são apenas alguns dos retornos provenientes de pesquisa científica. O investimento na ciência, desde a básica até a aplicada, é o que garante o avanço da população em termos de benefícios na qualidade de vida. E frente ao cenário tenebroso e cortes significativos que enfrentamos na ciência brasileira, convidamos todo mundo para participar dessa discussão sobre Investimentos em Pesquisa!

SABINE RIGHETTI

Doutora em Política Científica e Tecnológica pela UNICAMP, com passagem como pesquisadora visitante pela School of Education da Universidade de Michigan e pela Graduate School of Education de Stanford. É coordenadora e membro fundadora da rede brasileira de pesquisa em rankings e tem ampla experiência no trabalho de pesquisa, consultoria e desenvolvimento de indicadores e percepção pública da ciência e da tecnologia.

GUILHERME LONGO

Realizou pós-doutorado na Georgia Institute of Technology (EUA) desenvolvendo pesquisas na área de ecologia de recifes de coral, avaliando particularmente a herbivoria de peixes recifais sobre algas em contato com corais. É integrante da rede nacional de pesquisa em biodiversidade marinha. Foi selecionado pelo instituto serrapilheira para receber bolsa de pesquisa, é o coordenador da única proposta selecionada das regiões norte e nordeste do país.

DANIEL CARA

É doutorando em educação na USP, mestre em ciência política e bacharel em ciências sociais. Atualmente é coordenador geral da campanha nacional pelo direito a educação. É colunista do UOL educação e tem experiência de pesquisa nas áreas de educação, ciência política e sociologia, atuando em políticas públicas de educação, financiamento da educação, avaliação da educação, desigualdade socioeconômica, vulnerabilidade socioeconômica e civil, e cultura juvenil.

(IN)ATIVIDADE FÍSICA E FATORES PSICOBIOLÓGICOS

Luiz Fernando Farias, Hassan Mohamed e Rodrigo Pegado

Mediadora: Diana Ferreira

“Mente sã, em um corpo são”. A famosa citação em latim provavelmente não estava se referindo aos fatores fisiológicos e psicobiológicos responsáveis pela manutenção de nossa saúde física e mental, mas pode nos introduzir numa discussão sobre o tema. A atividade física está correlacionada a diversas melhorias no âmbito da saúde corporal, estando ligada ao tratamento de diversas condições médicas, principalmente quando unida à uma boa alimentação. Mas quais os impactos desse tipo de atividade num nível "abaixo da superfície"? Qual a relação da saúde mental com a atividade física? A ausência dela pode influenciar fatores cognitivos ou psicológicos?

LUIZ FERNANDO FARIAS

É aluno de pós-doutorado no programa Psicobiologia da UFRN. Possui mestrado em Educação Física e doutorado em Ciências da Saúde. Atua investigando fatores do exercício físico relacionados as respostas psicofisiológicas e fisiológicas em indivíduos com excesso de peso e inativos fisicamente.

HASSAN MOHAMED

Doutor em Educação Física pela Universidade Federal do Paraná e líder do grupo de pesquisa em Psicobiologia da atividade física. Realiza pesquisas nas áreas de educação física, fisiologia do exercício, psicobiologia, cognição e neurociência.

RODRIGO PEGADO

Possui mestrado e doutorado em Psicobiologia pela UFRN com área de concentração em fisiologia. Possui formação em estimulação elétrica transcraniana pelo Beth Israel Deaconess Center - Harvard Medical School. Possui pesquisas nas áreas de neurofisiologia da dor e neuromodulação.

MULHERES NA CIÊNCIA

Natália Dutra, Alice Calvente e Cristina Barbosa

Mediadora: Ivanise Cortez

A participação das mulheres na construção do pensamento científico é tão antiga quanto o princípio da ciência. Historiadores interessados em estudos sobre gênero e ciência trouxeram à tona as contribuições e realizações científicas femininas, as barreiras por elas enfrentadas e as estratégias implementadas para que seus trabalhos fossem revisados e publicados em grandes periódicos científicos. Cientistas mulheres vem protagonizando grandes avanços na ciência porém a desigualdade de gênero ainda é um dos desafios da ciência no século XXI. 

NATÁLIA DUTRA

Doutora em Psicobiologia pela Durham University, na Inglaterra. Atualmente é pós-doutoranda no programa de Psicobiologia na UFRN e apresenta estudos nas áreas de psicologia do desenvolvimento, cooperação, aprendizagem social, replicação de estudos e open science.

ALICE CALVENTE

Mestre em Ciências Biológicas pelo Museu Nacional do Rio de Janeiro e Doutora em Ciências Biológicas, com ênfase em botânica, pela Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de botânica, com ênfase na sistemática, filogenia molecular, morfologia e evolução de cactaceae.

CRISTINA BARBOSA

É membro titular e diretora da Academia Brasileira de Ciências e professora titular da UFRGS. Atua em questões de gênero, pelo o qual ganhou a medalha nicholson da American Physical Society. Por sua atuação pela pós-graduação ganhou o prêmio anisio teixeira da CAPES em 2016, e por seu trabalho em prol da ciência recebeu em 2018 da presidência da republica a medalha do mérito cientifico como comendadora. 

Programa de Pós-Graduação em Psicobiologia
Centro de Biociências UFRN-Natal

AV. Sen. Salgado Filho, 3000, Lagoa Nova 

Natal (RN) - CEP: 59078-970

(084) 3215-3409 – Ramal: 205 

E-mail: simpsicobio@gmail.com

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